As 7 Etapas do Plano de Negócios Simplificado

Se você quer começar a empreender ou mudar o foco da sua empresa, antes de mais nada precisa ter um bom planejamento. Afinal, boas ideias surgem a todo momento, mas de nada adianta se elas não forem colocadas em prática. Assim, quando o assunto é empreender, é preciso ter foco e método. É por isso que seguir as etapas do plano de negócios é o melhor caminho.

O Brasil é um país com forte cultura empreendedora, mas muitos negócios acabam ficando pelo caminho – e por diversos fatores. Alguns são imprevisíveis, como a pandemia, por exemplo. Outros, porém, podem ser evitados. Para isso, é preciso de planejamento.

Há diversas maneiras de se montar um plano de negócios. Para grandes empresas, eles devem ser amplos e abordar centenas de aspectos. Para pequenas e médias, porém, os planos de negócios podem ser mais simples.

Isso não quer dizer, contudo, que devam ser superficiais. Ao contrário, um bom plano de negócios precisa responder a todas as questões pertinentes à empresa e ser, acima de tudo, realista.

Neste artigo, vamos apresentar sete etapas para se fazer um plano de negócios simplificado. Antes, contudo, gostaríamos que você respondesse às seguintes questões:

  • Quem são os meus clientes? Quais seus hábitos de consumo?
  • Qual a necessidade do meu cliente que meu produto ou serviço irá suprir?
  • Por que eles vão consumir meu produto ou serviço?
  • Como meus clientes vão conhecer minha empresa?
  • Como vou conseguir dinheiro para meu negócio?
  • Quero mesmo abrir mão do meu tempo livre e me dedicar totalmente a esse negócio?

Feito isso, é hora de estruturar todas estas ideias no papel. E é justamente por essa razão que chamamos de plano de negócios. O objetivo dele é ajudar você a esmiuçar essas primeiras perguntas, além de perceber como é importante ter método.

Mas, afinal, o que é um plano de negócios?

Plano de negócios nada mais é do que o projeto de como sua empresa irá funcionar. Ele deve abordar todas as etapas de implantação até questões burocráticas. Afinal, trata-se de um documento que tem por função mostrar o porquê de seu empreendimento ser viável.

Quando você tem a ideia de um produto ou serviço, ou seja, um modelo de negócio, na sua cabeça já se forma a “cara da loja”, o produto, o atendimento, os uniformes e quanto dinheiro você poderá ganhar, não é mesmo?

Ocorre, contudo, que temos a tendência natural a ver isso de forma simples. Não costumamos nos ater a como implantar, seus custos ou eventuais dificuldades. Além disso, na maioria das vezes esquecemos de pensar em coisas que num primeiro momento podem parecer acessórios, mas que têm um impacto muito grande.

Imagine, por exemplo, que você decide abrir um escritório com mais dois sócios. Vocês conversam e chegam a conclusão de que cada um poderá investir R$ 5 mil. Num primeiro momento, os R$ 15 mil podem parecer mais do que suficientes.

Mas será que você incluíram no orçamento tudo o que será preciso para colocar a empresa em ação? Custos de abertura? Material de expediente? Contas de luz, internet e telefone? Equipamentos?

Mais do que isso, vocês têm noção clara de qual será a capacidade produtiva de vocês? E em quanto tempo conseguirão ter retorno? E, talvez o principal: vocês sabem quem serão os potenciais clientes e como conseguirão atendê-los?

É exatamente por isso que, para aumentar suas chances de sucesso, você deve “começar pelo começo”. Assim, estabelecer um plano de negócios simplificado é uma maneira eficaz para se ter um retrato mais claro dos desafios que você enfrentará e o que eles poderão representar em termos financeiros.

Como fazer um plano de negócios?

Um plano de negócios serve para você, fundamentalmente:

  • Entender como seu negócio funciona e como fazer ele prosperar;
  • Estabelecer metas alcançáveis e reais;
  • Minimizar possíveis erros de gestão;
  • Evitar o fracasso de sua empresa ou grandes prejuízos.

Lembre-se que para iniciar a construção do seu modelo de negócio, você deve ter em mente a natureza do seu empreendimento, se será um produto ou se você irá oferecer um serviço.

Se for um produto, que tipo é, como é produzido? Se for um serviço, de qual segmento? Quem irá comprar seu produto ou serviço? O que você terá de diferente da sua concorrência?

Nesta etapa, aliás, o ideal é que você estruture suas ideias contando com ajuda especializada, como o SEBRAE. Com eles você encontra orientação e material técnico sobre como fazer um plano empresarial, além de alguns exemplos de plano de negócios.

Agora, é muito importante ter em mente quem é o seu cliente. Onde ele mora, seus hábitos e como seu negócio pode se diferenciar no mercado e atender ao seu cliente para iniciar a elaboração do seu plano empresarial.

As etapas que devem ser descritas na construção de um plano de negócios são: sumário executivo, apresentação e natureza do empreendimento, descrição do produto, financeiro, operacional, estratégias e marketing. Veja a seguir cada uma delas.

1. Sumário Executivo

O sumário executivo é a primeira página na ordem sequencial do plano de negócio de uma empresa. Porém, é a última página que você deve escrever, porque é nela que estarão todos os tópicos do documento. Ele serve como uma espécie de índice ou guia para o leitor do plano encontrar rapidamente o assunto do seu interesse. Pode até parecer, contudo, não se trata de um resumo.

Em um plano de negócios simplificado, o sumário executivo deve ser conciso e claro. Se for em papel, deve ter no máximo três folhas. Em um documento eletrônico, por sua vez, esta página pode estar organizada em forma de hiperlinks, a fim de se evitar que fique muito extenso. Isso também facilita o acesso.

Nele, devem constar as principais informações do plano de negócio, ainda que em síntese. Assim, você deve resumir os principais pontos e mostrar quais serão os produtos e serviços que irá oferecer. Além disso, deve prever quem serão os clientes, onde ficará a empresa e em que lugares ela poderá atuar, além de sua missão.

O sumário também tem de mostrar em qual setor econômico o negócio irá se inserir. Pode ser o agropecuário, a indústria, o comércio ou a prestação de serviços.

Além disso, deve-se apresentar informações sobre quem são os empreendedores. Isso se faz mostrando a experiência profissional de cada um deles. Ademais, suas atribuições no negócio também devem constar.

Questões burocráticas também precisam aparecer no sumário executivo – o enquadramento tributário, por exemplo. Neste mesmo tópico especifique se a empresa surgirá como Microempreendedor Individual (MEI), Empresário Individual, Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) ou Sociedade Limitada. Além disso, lembre-se de analisar bem sua proposta de negócio antes de optar por um desses modelos.

2. Apresentação da Empresa

Na página seguinte, você vai apresentar sua empresa.

Por exemplo, uma loja de roupas. Qual o nome da loja? O que ela comercializa? Para quem ela comercializa? Como será a venda? Em loja física, virtual, de porta em porta? Qual o estilo das roupas? Produção própria? Revenda de outras marcas? Onde você irá comprar os produtos? Onde estão localizados os fornecedores? Escreva o mais detalhadamente possível.

Neste tópico você deve informar também os dados jurídicos do seu negócio – razão social, CNPJ, enquadramento tributário –, o capital social e qual sua atividade econômica. Tenha o cuidado de inscrever sua empresa em todas as atividades que efetivamente você pretende exercer, para não correr o risco de ter problemas futuros.

Por falar em evitar problemas futuros, é nesta etapa que você deve prestar atenção a outro detalhe. Antes de sair investindo na confecção de logotipo, material de divulgação, entre outros aspectos, faça a consulta de disponibilidade da marca do seu produto ou serviço no INPI.

Para melhor compreensão do seu negócio, produto ou serviço, é importante que você analise os pontos fortes, pontos fracos, quais as oportunidades e possíveis ameaças à sua empresa.

Essa análise chama matriz SWOT. Ela pode lhe ajudar muito na tomada de decisões estratégicas nas próximas etapas e na gestão da sua empresa.

Ela deve ser feita com extremo cuidado. Isso porque seu objetivo é ter um diagnóstico preciso de tudo o que tem potencial para afetar a empresa. Assim, pode-se prever condições negativas e trabalhar para preveni-las. Ao mesmo tempo, permite que os empreendedores avaliem onde poderão se diferenciar.

3. Produto

A próxima fase é a descrição do seu produto ou serviço. Para isso, sugerimos que você responda as seguintes perguntas: como é sua produção? Sua composição? Matéria-prima principal? É fácil de encontrá-la? Qual o principal fornecedor? Onde ele é produzido? Por quem? E se for um serviço? Como oferecem? Onde? Por quem?

Ter as respostas para cada uma dessas questões é de extrema importância porque, como vimos no tópico anterior, serve para evitar contratempos ou saber como enfrentá-los.

Se você oferece um produto que necessita de determinados insumos, é muito importante que você conheça diversos fornecedores deles e suas capacidades de entrega. Afinal, você não pode se comprometer a vender seu produto se eventualmente ficar sem matéria-prima para produzi-lo.

Mesmo questões acessórias devem ser levadas em conta. Se seu negócio é a produção de algo físico, o fornecedor de embalagens, por exemplo, é fundamental.

Conhecer a concorrência é outro ponto diretamente ligado ao seu produto ou serviço. Afinal, se você considera que terá sucesso no negócio é porque sabe que o que está oferecendo é melhor em termos competitivos do que aquilo que já é oferecido no mercado.

Para todos esses pontos que estamos apresentando, acima de tudo você precisa ser realista. Tão importante quanto conhecer os pontos fortes do seu produto é saber quais são seus possíveis pontos fracos. Lembre-se que prever o problema é a melhor maneira de conseguir evitá-lo.

E seja sempre muito claro, objetivo, mas ao mesmo tempo descreva com precisão seu produto ou serviço, para que com isso você consiga entrar na próxima etapa do plano de negócios, que é o planejamento financeiro.

4. Financeiro

Nesta etapa, você deve pensar na gestão financeira de sua empresa. Você deve dividir este tópico em custos, investimento, capital de giro, valor de venda e o tempo necessário para retorno do investimento. No subitem custos, pense em todos os itens e fatores do processo de produção e comercialização do produto ou serviço.

Pense em mão de obra, matéria-prima, espaço físico, máquinas, equipamentos, embalagens, transporte, entrega, etc. Todos estes detalhes implicam em custos que irão impactar no cálculo do valor final de venda e no montante de investimento que deverá ser feito.

Neste tópico, deve ser descrito como será adquirido e de que forma será aplicado o capital necessário para iniciar o negócio, além de investimentos em marketing e publicidade.

Descreva se a aquisição de capital será através de empréstimos bancários ou capital próprio e em quanto tempo pretende-se que sejam quitadas dívidas e que o valor investido retorne para você.

Normalmente existem dois tipos de previsão: a otimista e a pessimista. A otimista aponta que este retorno pode ocorrer em até dois anos da inauguração e, a pessimista, em até cinco anos.

Tenha em mente que nenhum negócio dá lucro e se paga da noite para o dia, ok? O cálculo deste tempo é muito importante para a viabilidade do negócio. Você deve prever um salário para você, o pró-labore.

No começo, pode ser que seu salário seja menor, até por conta de todos os custos e investimentos realizados. Mas, ao longo do tempo, este valor tende a aumentar conforme o rendimento da empresa.

Agora, você deve mencionar qual será o valor de venda do seu produto, sua margem de lucro, normalmente oscilando em 25 a 50% sobre o custo.

5. Operacional

No item operacional do plano de negócios, você deve descrever primeiramente como sua empresa irá funcionar, ou seja, todas as atividades necessárias para sua empresa funcionar.

Pense nos setores da empresa, quais funcionários são necessários, suas habilidades e competências, como e onde estão localizados os fornecedores, quais são as matérias-primas indispensáveis, como seu negócio pretende atender às necessidades do seu cliente. Pense que seu produto ou serviço deve resolver o problema, ou a “dor” do seu cliente.

Analise sua capacidade produtiva. Quanto você poderá oferecer ao cliente no início do negócio e quantos clientes poderá atender de forma simultânea?

Considere, também, questões físicas da empresa. O próprio local de instalação é importante. Às vezes optamos por uma região por considerar que o valor do aluguel ou o custo construtivo é mais barato, mas acabamos perdendo muito em termos de logística. Isso poderá ter um impacto financeiro negativo muito maior no médio ou longo prazo.

Outra questão que você precisa responder nesta etapa é qual o tamanho necessário das instalações. Seu negócio demanda apenas uma sala ou mais de uma? Lembre-se que, além de ser suficiente para alocar os funcionários, deve haver espaço também para reuniões com clientes e fornecedores.

Além disso, estabeleça o layout do seu local de trabalho. Se houver uma área com maquinário pesado, por exemplo, ele precisará ficar isolado de modo a diminuir o barulho. Talvez necessite isolamento acústico.

Tenha em mente que o próprio arranjo físico do local influencia na produtividade. Alguns setores precisam trabalhar mais próximos uns dos outros. Eventuais matérias-primas devem ficar próximas ao local de manufatura, etc.

Por outro lado, a pandemia nos mostrou que o trabalho home office é possível e isso pode trazer vantagens. Seu novo negócio é viável desse ponto de vista?

6. Estratégia

A próxima etapa do plano de negócios refere-se às estratégias de vendas que você irá utilizar para que sua empresa alcance o sucesso desejado.

Para isso, antes de mais nada, você precisa se preparar. Estude, qualifique-se, esteja apto para agir, orientar sua equipe e delegar. Estabeleça metas, trace planos de vendas, crie promoções, aproxime-se de seus clientes e faça sua marca ser conhecida no mercado.

Sobre isso, eis outro ponto fundamental: não descuide da proteção da sua marca. Antes de lançar seu produto ou serviço no mercado, não esqueça de registrar sua marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

O INPI é uma autarquia federal criada há mais de meio século com a missão de estimular a inovação e a competitividade por meio da proteção da propriedade industrial. Ao registrar sua marca no INPI, você assegura o direito de propriedade e uso exclusivo dela em todo o território nacional.

Mas, de que forma você irá divulgar seu produto ou serviço e se tornar conhecido no mercado? Simples: elaborando o próximo e último item do plano de negócios, as estratégias de marketing que você irá adotar para sua empresa.

7. Marketing

Este talvez seja um dos itens mais importantes do plano de negócios e pode ajudar a definir o sucesso ou fracasso de sua empresa. Fazer um marketing adequado é fundamental para divulgar seu produto, prospectar clientes e fidelizar os já existentes.

Nos primeiros anos da empresa, os custos com ações de marketing podem ser altos, para que a empresa se posicione e seja conhecida no mercado. Com o tempo, contudo, esse custo tende a se estabilizar e pode ser maior ou menor dependendo da demanda da empresa.

De qualquer forma, investir em um bom marketing é fundamental, em especial no início. Afinal, se você está oferecendo um produto ou serviço que já existe no mercado, você precisa fazer com que as pessoas saibam que você é um novo player. Ao mesmo tempo, se o que você oferece é inovador, é preciso mostrar por que seu produto ou serviço precisa ser consumido.

Por uma questão de custos, é possível que você decida fazer seu marketing por conta própria, mas analise bem se isso realmente será uma economia ou se você está dando um tiro no pé.

Atualmente existem inúmeras formas de chegar aos potenciais clientes de maneira mais pontual. Empresas de marketing digital, por exemplo, são especializadas nisso. Considere investir nos serviços de uma. Se contratar uma, claro, isso deve constar nos custos.

Pense como serão produzidas as imagens para sua empresa, pense em produzir vídeos, pense em ter um website, defina se você fará material impresso, pense na identidade visual da empresa.

Lembre-se que no marketing digital, as imagens e vídeos são muitas vezes mais impactantes que os textos. O conteúdo divulgado, de todo modo, deve ajudar seu cliente de alguma maneira e despertar nele o interesse em compartilhar seu conteúdo, gerando espontaneamente a divulgação do seu negócio.

Analise os custos e resultados!

Agora que você já tem um plano de negócios pronto, sua empresa está apta a decolar. Sua meta, como todo bom piloto, é mantê-la estável, inclusive nos momentos de turbulência. É por isso que é preciso estar atento a todo tipo de movimentação.

Um detalhe muito importante, e que implica nos custos de uma empresa, diz respeito a análise de resultados de suas ações de marketing. Avalie periodicamente e compare o valor investido neste item do plano de negócios.

Mais uma vez, é preciso reiterar a importância de se investir em divulgação. No passado, era comum uma máxima na publicidade que dizia que “quem não é visto, não é lembrado”. O princípio ainda é o mesmo, mas os avanços da tecnologia e dos negócios digitais fizeram adaptações importantes. Não fique para trás.

Além do marketing, todos os aspectos do seu plano de negócios merecem passar por revisão de tempos em tempos. Isso ajuda você a não desviar o rumo ou, se for o caso, de corrigi-lo. Considere que um plano de negócios simplificado é um norte, mas para se chegar nele é preciso trilhar o caminho com segurança.

Lembre-se que o sucesso de uma empresa depende sobretudo de seus profissionais. Independentemente do modelo de negócios ou do número de funcionários – e pode ser apenas você –, são seus recursos humanos que fazem toda a diferença. E se você chegou até aqui, é porque é você quem está à frente de um novo empreendimento. Mantenha o foco nele.

Considerações finais

O sonho de ter o próprio negócio alimenta a imaginação de muita gente, e com muito esforço, dedicação e perseverança é possível, sim, empreender no Brasil. Vai ajudar muito, porém, se você seguir o caminho de forma sustentável.

Infelizmente, é bastante comum vermos pequenas empresas encerrarem suas atividades apenas dois anos após sua abertura. No entanto, isso acontece em geral porque houve alguma falha no planejamento. Muitas vezes, aliás, nem sequer houve um planejamento.

É justamente para evitar esse tipo de coisa que antes de empreender você deve montar um plano de negócios. Ele pode ser amplo ou mesmo um plano de negócios simplificado. O importante é que considere todos os principais pontos de uma empresa.

Neste artigo, mostramos um pequeno passo a passo de como elaborar um planejamento eficiente caso você queira empreender. De fato, são apenas sete passos que ajudam a responder as principais questões de quem quer abrir um negócio e que dão um rumo mais seguro.

Como você pôde observar, estabelecer um plano de negócios demanda pensar cada aspecto do novo empreendimento, inclusive aqueles que podem parecer mais óbvios. Afinal, é comum pensarmos em como oferecer nosso produto, mas muitas vezes não nos lembramos de pensar nas alternativas.

Outro aspecto importante de se ter um plano de negócios é poder ter de forma mais clara um retrato do que está por vir. Não pense que sua empresa será lucrativa desde o primeiro dia.

Aliás, muitas vezes um negócio até pode se mostrar rentável logo de cara, mas isso pode ser simplesmente motivado por ser uma novidade, ou por estar impactado por alguma razão sazonal. Um plano de negócios pronto, por outro lado, ajudará você a dirimir essas questões.

Esperamos que nossas sete etapas do plano de negócios simplificado tenham sido um bom negócio para você. Se precisa de ajuda para registrar a sua marca, entre em contato com a Apolo ou faça uma busca gratuita através desse link.

16 thoughts on “As 7 Etapas do Plano de Negócios Simplificado

  1. Carlos Trindade says:

    Muito esclarecedor. Vou tomar como base suas orientações. Acredito ser uma ótima forma de se começar um negócio, diminuindo assim seus riscos.
    Sucesso.

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